É só mais um bocadinho!

terça-feira, setembro 27, 2011

Vírus mata células com cancro da mama

Pode estar aqui a esperança para millhões de mulheres em todo o mundo. Os cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Penn acreditam ter descoberto a cura para o cancro da mama. Trata-se de um vírus que mata as células cancerígenas em apenas sete dias.

O estudo AAV2 revelou que o vírus produz efeitos e é capaz de eliminar as células doentes em várias fases de desenvolvimento do cancro da mama. O vírus não é um desconhecido para os investigadores, que já em 2005 tinham descoberto o seu potencial na cura das células que sofriam de HPV (vírus papiloma humano).

A descoberta dá um novo fôlego à investigação científica do cancro da mama, mas a ordem é para não cruzar os braços. Os investigadores da Penn estão agora a tentar guiar o vírus de maneira a que as células cancerígenas se destruam entre elas.

http://www.tvi24.iol.pt/

sexta-feira, setembro 23, 2011

À tua...!

... Onde quer que estejas... Com 2 anos de infinitas saudades.

"As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.

É preciso aceitar esta mágoa, esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si, isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.

Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.

Dizem-nos para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.

O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar." - MEC

segunda-feira, setembro 19, 2011

Rosa Esperança em Torres Vedras

"As apresentações de Rosa Esperança, praticamente 3 anos depois do 1º encontro que levou a esta aventura, preparam-se agora para chegar ao fim! Quem ainda nos quiser ver ou marcar espectáculos apresse-se! Este ciclo encerrará até final de 2011. Depois... Depois há a certeza de que o melhor... O melhor Ainda Está Para Vir!  ;o) " - RG

quarta-feira, setembro 14, 2011

O veneno nosso de cada dia

Tenham paciência para ver este video. Vale a pena. Pela nossa saúde...

http://www.tvi.iol.pt/mediacenter.html?mul_id=13481511&load=1&pagina=1&pos=2