É só mais um bocadinho!

sábado, julho 30, 2011

A Sónia Borralho partiu...

quinta-feira, julho 14, 2011

O Projecto Luz vai à praia!

No próximo dia 30 de Julho, sábado, Voluntários do Projecto Luz estarão na praia de Carcavelos, às 9h00, identificados com t-shirts, distribuindo folhetos e falando com os veraneantes sobre a necessidade da prevenção em vários tipos de cancro: mama, ovários, linfomas, pele... Venha conhecer-nos e esclarecer as suas dúvidas! E porque é preciso prevenirmo-nos do sol, não esqueça o chapéu e o protector solar...

O Projecto Luz é uma Associação particular, sem fins lucrativos, independente de partidos políticos e de organizações religiosas, que tem como missão apoiar o doente oncológico. Trabalhamos em duas frentes:

1. O Apoio Especializado

O apoio directo a doentes desenvolve-se numa relação de proximidade doente-voluntário-família. Os voluntários que fazem parte da Associação Projecto Luz são pessoas que, pela sua experiência de vida, estão sensibilizadas para esta problemática. nas áreas profissionais de enfermagem oncológica e psicologia.

2. O Movimento Partilha

O Movimento Partilha é uma plataforma que junta pessoas.

Os “Padrinhos” são doentes em remissão que estão disponíveis para apoiar, orientar, conversar e dar esperança a novos doentes com a mesma patologia. Não se trata de um substituto das orientações médicas ou psicológicas dos profissionais.

Os “Afilhados” são doentes oncológicos com a doença activa. Beneficiam da experiência do Padrinho, colocando dúvidas e partilhando experiências, sabendo que existe quem tenha algumas das respostas aos momentos mais angustiantes pelos quais passa e que está sempre disponível.

O Projecto Luz / Movimento Partilha disponibiliza a plataforma onde estas duas necessidades se encontram.

Mais em: http://www.projectoluz.com/

quarta-feira, julho 13, 2011

Investigação: nova técnica na cura do cancro

Uma técnica pioneira no tratamento de tumores ósseos que evita incisões está a ser aplicada pela primeira vez em Portugal no serviço de imagiologia do Centro Hospitalar de Gaia e Espinho, noticia a Lusa.

A técnica em causa, a Crioablação Percutânea guiada por imagem, é um tratamento minimamente invasivo que consiste na introdução, através da pele e sem necessidade de incisão, de uma agulha especial guiada por Tomografia Computorizada (TC) que permite o seu posicionamento com grande precisão no seio do tumor.

A agulha gera gelo no interior do tumor, o que leva à destruição das células cabcerígenas, permitindo assim que o tratamento eficaz, com preservação dos tecidos e órgãos adjacentes.

A primeira Crioablação Percutânea Guiada por Imagem foi realizada pela Unidade de Radiologia de Intervenção do Serviço de Imagiologia do Centro Hospitalar Gaia/Espinho, em colaboração com os Serviços de Hemato-Oncologia e Anestesia.

A técnica foi usada numa doente que 24 horas após o tratamento teve alta clínica. A doente, do sexo feminino, com 77 anos, apresentava um tumor na grade costal e necessitava de uma intervenção curativa, de forma a necrosar a lesão.

O procedimento, realizado com anestesia, teve uma duração de cerca de 90 minutos.

Esta nova técnica está indicada, sobretudo, no tratamento de tumores ósseos, dependente, no entanto, da avaliação clínica de cada caso.

(TVI24)

domingo, julho 10, 2011

Boa!



O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa destacou o Projecto Luz/Movimento Partilha no seu comentário semanal na TVI!

sexta-feira, julho 08, 2011

Como é que se Esquece Alguém que se Ama?

Um texto aparentemente triste...

"Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?

As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.

É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.

Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.

Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.

O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar."

Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'

quinta-feira, julho 07, 2011

Almocinho com a Princesa

video

Hoje, houve almocinho com a Filomena (a mãe da Loulou), a Loulou, a Gigi, eu e a Lwini. Só para perceberem como a pequena está crescida, saibam que ela já me chamou Tia Nela...
A Loulou já está, outra vez, aquela elegância que mete nervos... Que raiva!!!
Se pensam que  vão ver a Princesa, desenganem-se... A criança não é para andar por aqui a ser publicitada na Net.
Por último, quero dizer que é uma alegria difícil de descrever ver esta criança nascida de um milagre e pensar como isso era improvável há uns anos. Toma, incha porco!

4,5 Kg já lá vão...!