É só mais um bocadinho!

segunda-feira, abril 25, 2011

quinta-feira, abril 21, 2011

FELIZ PÁSCOA!!!

Quem é que teve o raio da ideia de meter ovos nesta história???!!!

segunda-feira, abril 18, 2011

Células sadias atacam cancro na mama

Células sadias da mama produzem uma proteína,  a interleucina 25 (IL-25), que envenena as células cancerígenas à volta. Investigadores já sintetizaram a substância em laboratório e apostam na sua viabilidade como uma futura terapia contra cerca de 20% dos tumores de mama, avança a Agência Estado.

A baixa toxicidade e alta eficácia são as principais vantagens da IL-25 sobre a maioria dos tratamentos disponíveis.

Como a substância faz parte do arsenal inato do organismo para detectar e destruir células defeituosas, sua acção é muito selectiva: não causa danos às células sadias e devasta o tumor.

Todos os dias, o corpo humano gera cerca de mil células anormais que podem transformar-se em cancro. Graças ao sistema imunológico inato, a imensa maioria é erradicada antes de causar qualquer problema. A IL-25 pertence a esse sistema. Em 20% dos tumores de mama, as células cancerígenas absorvem grande quantidade de IL-25 produzido por células sadias. A proteína intoxica o tumor.

Fonte: POP

segunda-feira, abril 11, 2011

Nucha

Made in Portugal

Uma das melhores maneiras de dinamizar a economia portuguesa é comprar produtos portugueses, ou seja, produtos fabricados em Portugal ou, como comunmente os designamos, "Made in Portugal".

Como são, à partida, elaborados por mão-de-obra nacional com matéria-prima nacional, a riqueza que gera a sua venda (incluindo impostos e Segurança Social dos trabalhadores) permanece, à partida, toda em Portugal.

Tal como Portugal tem o indicativo "+351" nas redes de telecomunicações ou a terminação ".pt" na internet, permitindo a todos os operadores e utilizadores identificar os números de telefone e sites relativos ao nosso país, também os produtos portugueses têm códigos indicativos da sua origem, que nos facilitam a sua (nem sempre simples) identificação.

A maneira mais visível é a presença de um autocolante referente à iniciativa "Compro o que é nosso" da AEP (Associação Empresarial de Portugal).

A AEP começou também uma campanha denominada "Portugal, a minha primeira escolha", com o objectivo de "combater a crise económica e as suas consequências no tecido empresarial português".
Quando este símbolo não é visível, procurem a etiqueta que contém a designação do produto e do fabricante, onde deve existir a indicação de "Fabricado em Portugal" ou "Made in Portugal".

Contudo, a maneira mais fácil de saber o local de fabrico é através do Código de Barras, um conjunto de riscas pretas verticais que se refere a um código numérico único para cada produto, o equivalente ao antigo Bilhete de Identidade, agora Cartão de Cidadão Português.

Neste código, o código de país é composto pelos 3 primeiros algarismos, sendo o "indicativo" de Portugal o "560".


No caso dos livros, o código de barras poderá existir, mas refere-se ao ISBN (International Standard Book Number). Neste último, um conjunto de algarismos separados por traços, o código de país é novamente composto pelos primeiros algarismos, sendo, desta feita, o código de Portugal o "972".

O código de barras de um livro inclui o ISBN, sendo este, desde 01/01/2007, precedido pelo código 978, constituindo o ISBN-13.



Comprem local... Comprem nacional... Reinvistam em Portugal!!!

sexta-feira, abril 08, 2011

Guia de Recursos da Comunidade no Apoio à Pessoa com Doença Oncológica - 2ª Versão

A nossa amiga Carla Damásio publicou a 2ª versão do Guia de Recursos da Comunidade no Apoio à Pessoa com Doença Oncológica. Obrigada!


quinta-feira, abril 07, 2011

Profissionais só referenciam casos paliativos "quase sempre em fim de vida"

A coordenadora da rede de cuidados continuados lamentou a “enorme resistência” que os profissionais de saúde ainda têm em “identificar precocemente” os doentes com necessidade de cuidados paliativos, afirmando que a referenciação faz-se “quase sempre em fim de vida”.
“Ainda não existe uma sensibilidade no Serviço Nacional de Saúde e no sistema de saúde para esta cultura de cuidados paliativos. A identificação [destes casos] é quase sempre no fim da vida, quando a pessoa está a morrer”, disse a coordenadora da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).

Inês Guerreiro adiantou que a identificação tardia “significa que as pessoas vivem muito pouco tempo depois de entrar na rede. Algumas nem sequer são referenciadas e morrem no hospital sem ter intervenção”. “É muito importante que as pessoas percebam que os cuidados paliativos podem prestar-se durante um período em que a doença crónica, incurável, necessita de intervenção para melhorar a qualidade de vida, com o alívio do sofrimento e a identificação das necessidades, para aceitarem e se adaptarem à doença”, defendeu.

Segundo a responsável, existem 14 equipas intra-hospitalares de suporte em cuidados paliativos nos hospitais. O ideal seria uma equipa em cada hospital com mais de 250 camas. “De qualquer forma, foi inovador com a rede” a criação destas equipas, salientou Inês Guerreiro, exemplificando que existem “165 camas de cuidados paliativos na rede”, quando antes eram apenas 50 em todo o país.

O Alentejo é a região onde estão mais divulgados os cuidados paliativos, com todas as equipas de apoio domiciliário a prestarem estes cuidados. No Norte existem já algumas experiências de cuidados paliativos no domicílio, enquanto no Centro e em Lisboa é onde existe o menor número de camas. Mas a região de Lisboa é a que apresenta as maiores carências: mais de 100 pessoas esperam estes cuidados.

Este é um dos “pontos fracos” identificados no relatório da RNCCI relativo a 2010, além dos “recursos ainda escassos” e da necessidade de formação e treino dos profissionais, segundo Inês Guerreiro. Como “pontos fortes” apontou os “cuidados paliativos serem considerados pela primeira vez, em Portugal, parte integrante do sistema de saúde”.

Por outro lado, ao fim de quatro anos de RNCCI, há agora “um enfoque" nos cuidados domiciliários: "Temos cerca de 50 equipas no país que também prestam cuidados paliativos e temos agora cinco equipas dedicadas exclusivamente a este trabalho no domicílio”, salientou.

Inês Guerreiro adiantou que “o aumento da esperança média de vida, da incidência de neoplasias e outras doenças crónicas incuráveis, assim como uma nova exigência social que é neste momento uma obrigação dos sistemas de saúde, que se humanizam e estão mais atentos às necessidades das pessoas”, levou a uma nova vertente nos cuidados de saúde. Esta situação “exige uma nova valorização das necessidades, não apenas da doença e intervenção terapêutica, mas uma nova exigência do ponto de vista social”.

1500 profissionais vão receber formação

Mil e quinhentos profissionais da rede de cuidados continuados vão receber formação em cuidados paliativos e serão criadas quatro equipas domiciliárias no Porto, Planalto Mirandês e Mértola, através de um protocolo entre o Ministério da Saúde e a Gulbenkian.

O protocolo entre a Fundação Calouste Gulbenkian, a Unidade de Missão para os Cuidados Continuados Integrados (UMCCI) e o Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa para o desenvolvimento de projectos na área dos cuidados paliativos é assinado hoje no Porto, dia em que se assinala o Dia Mundial da Saúde.

Através deste acordo será desenvolvido um programa de apoio na área da formação sobre dor destinado a médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde das unidades de internamento e das equipas integradas domiciliárias da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).

Além da formação destes profissionais em três anos, este protocolo vai também permitir “reforçar as equipas domiciliárias de cuidados paliativos”, disse Inês Guerreiro, lembrando que apenas existia uma equipa específica para esta área e agora vão passar a ser cinco. As quatro novas equipas irão funcionar em diferentes unidades de saúde: Hospital de São João (Porto), Unidade Local de Saúde de Matosinhos, Planalto Mirandês e Baixo Alentejo, mais precisamente em Mértola
 
(Jornal Público)

quarta-feira, abril 06, 2011

Quem merece palmas?

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(gentilmente cedido pela Madalena)

segunda-feira, abril 04, 2011

Era dia 4 de Abril de 2009...

É o que me apetece dizer hoje: Toma! Incha, porco!
Porque, ontem e hoje, houve mais uma vitória sobre o porco!
A estreia da Rosa, Esperança foi mais uma vitória sobre o cancro da mama!
Ainda não consigo dizer como foi e o que sinto. As emoções foram tantas que vou precisar de alguns dias para tudo conseguir sair.
Quero agradecer a todas as pessoas que estiverem presentes e pedir-lhes desculpa por não ter conseguido dar-lhes a atenção que mereciam. A confusão e a alegria eram tantas que não consegui ter a serenidade para conversar com cada uma.
Quero agradecer a todos que nos apoiaram com a sua presença ao longo de todo este processo.
Quero agradecer ao Comandante por ter tido a persistência e a teimosia que nos levaram até aqui. Não fomos nada fáceis...
E quero agradecer a mim por não ter desistido como tantas vezes estive mesmo quase

sexta-feira, abril 01, 2011

Aniversário da Maysa

De novo entre nós, a Maysa foi a protagonista da tarde na Geladaria Emanha, no Parque das Nações. Alambazaram-se com montes de gelados, cobertos de chantilly e tostas mistas... Uma miséria... Com que ideia ficará ela?! Muitos parabéns, Maysa e obrigada pela visita.

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