É só mais um bocadinho!

sábado, janeiro 31, 2009

A temática do Supermercado...


Hoje é sábado, e sábado é sinónimo de compras. Não daquelas compras que usamos qual comprimido para a depressão, mas das outras, completamente prosaicas, que incluem esfregões para a loiça, papel higiénico, cenouras, detergente para a roupa, arroz com gorgulho...

Ah e tal, acabou-se o Nesquik! Para começar, não tenho crianças em casa. Qual é o problema de acabar o Nesquik? E, não sei se este fenómeno também ocorre nas vossas casas, quando falta uma coisa, mesmo que desnecessária, as outras todas, talvez por solidariedade, resolvem faltar também. Assim, a manteiga light resolveu ir para o mesmo sítio do Nesquik, seguida de perto pela areia da gata, a que se juntou, numa grande festa, as bolachas de água e sal, os guardanapos, e as pastilhas Trident. Mas não umas quaisquer, não. Foram as Trident Splash...

Bom, tudo isto para dizer e reforçar aquilo que já estava dito, ou seja, hoje é sábado e sábado é sinónimo de compras.

Mas não foi a lista de produtos a adquirir que me levou a fazer este post. Foi a cara dos compradores que se cruzaram comigo. Não sei se todos tinham o mesmo olhar vazio. Não olhei para todos, claro! Eu fui lá por causa do Nesquik, lembram-se? Mas aqueles em quem pousei os olhos pareciam, simultaneamente, não estar ali e estar a fazer a coisa mais importante deste fim de semana molhado. Ou seja, estavam tristes e essa tristeza era ainda mais triste por não haver nada mais significativo nas suas vidas. Vamos lá ver a exactidão desta análise feita no corredor das bolachas e dos cereais de pacote: não é decididamente confiável a observação feita a quem passa com o rabo dos carapaus de fora do saco, sem uma troca de palavras e sem uma ou duas perguntas a comprovar o estado de espírito. Mas a impressão geral era: Nasci para isto? Nasci e lutei para alcançar os meus sonhos e acabo obeso, sem cabelo, com tensão arterial alta a comprar sumos de pacote marca branca (cheios de açúcar) e lâminas de barbear descartáveis para perpetuar a espécie. A espécie de vida que levo e ensino os meus filhos a levar... É deprimente.

E poderia continuar, pois em cada corredor, desde o dos pensos higiénicos até ao das cebolas, brancas e roxas, e as carnes de origem certificada, em todos eu vi a mesma tristeza que escorria pelos ombros, já descaídos.

Será desta chuva que insiste em nos perseguir e esconder o Sol que nos dá vontade de fazer diferente? Será da tão falada crise financeira a que se segue a económica? Será desta civilização encalhada? Ou será que ir ao Supermercado é mesmo assim?

Talvez.

Oh caraças! Afinal esqueci-me da pasta dentífrica... Tenho que lá voltar!

sexta-feira, janeiro 30, 2009

O tempo


Hoje vou falar do tempo. Não daquele tempo terrível que se está a abater sobre a capital. Isso são minudências meteorológicas... Não.

Hoje vou falar do outro tempo. Daquele que nos faz dividir a vida em duas partes: o passado e o futuro, que o presente, por ser muito rápido, raramente entra em consideração. Desleixo esse que nos faz oscilar entre o que fizemos e já não interessa e o que iremos fazer, se a força anímica e as circunstâncias da vida o permitirem.
É esse tempo que agora me leva a reflectir.

A velocidade mede-se em metros por segundo. E a velocidade do tempo mede-se como? Em trabalho por segundo? Em descanso por segundo? Em marido por segundo? Em filhos por segundo? Em sonhos por segundo? Em vida por segundo...

E como ele passa rápido! Hoje é sexta-feira. É mesmo. Mas ontem foi sexta-feira. Também foi mesmo, porque o tempo que passou entre as duas sextas-feiras foi este adormecer e acordar que não deu para nada.

Os dias, os meses, os anos, são uns pinos reflectores que colocamos na estrada da nossa vida para marcar e lembrar o que fomos fazendo ao longo do tempo. Também lá está o triângulo que sinaliza o desastre ou a avaria... Mas, na maior parte das vezes, tudo desliza num nevoeiro sem definição. Sem tempo.

Bom e agora vou terminar porque estou sem tempo e tenho que ir enfrentar uma chuva ranhosa...

Update: Por falar em tempo, lá fui eu perder o meu num almoço sem graça nenhuma para dar as boas vindas a uma ranhosa que só voltou cá para meter nojo a quem anda à chuva. E molha-se!

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Não tirei fotos da Mimas e do Ricas, mas eles estiveram lá mesmo no fim. O Quim foi levar a Sra. Marquesa de Alverca, mas não ficou. A Carla ficou retida numa reunião. A Imel está com gripe. A Mafalda foi a uma consulta. E a Lia apanhou uma molha até às cuecas e voltou atrás para mudar de roupa. Disse que voltava... Talvez para o jantar!

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Amor é...

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Update: A Gigi meteu o nariz na rua e ranhosou-o. Está um bocadinho constipada. Vai ficar bem, e depressa com aquela receita já antiga do Abifa-te, Abafa-te e Abufa-te...

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Estatísticas

Quando olhamos para as estatísticas sobre o cancro, convém acreditar que, no nosso caso concreto, o que acontece é isto...

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segunda-feira, janeiro 26, 2009

Rosa, Esperança...

Esta é a imagem da pré-campanha de divulgação da nossa peça "Rosa, Esperança...".

Este trabalho foi desenvolvido pela Maísa - Mulher que, neste momento, ainda trava a sua luta contra um cancro.
http://donasdalingua.blogspot.com/

Apesar de viver no Rio de Janeiro, Brasil, quis estar presente e colaborar connosco neste projecto. Obrigada, Maísa. Fica bem.

sábado, janeiro 24, 2009

Ó pra elas tão giras... e eles também...

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sexta-feira, janeiro 23, 2009

Uma peça de teatro contra o cancro da mama


Encenador Rui Germano prepara “Rosa Esperança” em Rio Maior Uma peça de teatro contra o cancro da mama

Primeiro foi mãe. Ultrapassou um cancro da mama há 26 anos. Depois a amiga Cláudia partiu muito cedo. “Rosa Esperança”, uma peça de teatro encenada por Rui Germano, conta histórias reais de sete mulheres que enfrentaram a doença e vai ser apresentada em Rio Maior.

Um jovem encenador de Rio Maior, advogado de profissão, está a preparar um espectáculo de teatro baseado em histórias reais de mulheres que enfrentaram o cancro da mama. Rui Germano, 37 anos, é o “comandante”, como lhe chamam nos ensaios que decorrem no Cine-Teatro de Rio Maior aos domingos. Elas são sete mulheres com histórias diferentes, mas com uma coisa em comum: o cancro da mama.

O projecto do grupo “Quem não tem cão” (http://equemnaotemcao.blogspot.com/) arrancou em Outubro e vai estrear a 4 de Abril na cidade. Qualquer semelhança com a realidade é intencional. A base é real, mas as experiências estão baralhadas propositadamente. “Realidade e a ficção estão de tal forma embrulhadas que nós próprios já temos dificuldade em perceber se isto foi mesmo assim ou não”, diz o encenador que reuniu as histórias de “Rosa Esperança”. Rosa, nome de mulher e da luta contra o cancro da mama. “Esperança porque é aquilo que todas as mulheres têm quando iniciam este processo”, diz o encenador.
A história relata a evolução da doença. A descoberta, a ida ao médico, o medo do diagnóstico, o internamento, a cirurgia e os tratamentos. “Não há aqui traição, nem amor, nem suspense”, avisa o encenador.

O texto ainda não está pronto. É um processo em aberto. Uma espécie de laboratório. Todas as semanas há alguém que propõe uma alteração. “A doença fez-me renovar o guarda-roupa”, ensaia Carla Pedro, uma jornalista de 40 anos, residente em Lisboa, a quem o cancro bateu a porta. “O que aconteceu comigo foi que me apercebi da minha mortalidade. E além disso engordei 18 quilos por causa dos tratamentos e tive mesmo que comprar roupa”, diz arrancando gargalhadas entre o grupo.

O humor ajuda a afastar as recordações de um processo doloroso. Como a quimioterapia. “Quando me avisaram que me caíria o cabelo foi o meu marido que disse que me cortava o cabelo. Virei-me para a banheira. Chorava eu e chorava ele”, relata Lina Pereira, 43 anos, residente em Alverca. “As pessoas dizem-me: Lina estás mais bonita do que eras antes”. Ouvem-se frases soltas. De sorrir. E chorar. Saem da peça. Mas são verdades da vida real. “Hoje é um dia, amanhã é outro”.

As mulheres são bancárias, professoras, esteticistas, jornalistas e empresárias. De Rio maior, de Alcobaça, Lisboa e Ovar. Conheceram-se num blog (http://superglamorosas.blogspot.com/) criado por uma amiga do encenador que acabou por falecer. Cristina Jordão, 41 anos, bloguista, também viveu de perto a doença da amiga e ajudou a reunir o grupo. “Elas não são actrizes nem querem ser actrizes. São mulheres normais que têm em comum o facto de terem tido cancro da mama”, diz Rui Germano. Quem não faz parte do elenco participa de outra forma.

A Claúdia, os amigos nunca lhe levaram flores. Compravam-lhes antes vernizes das cores preferidas, recorda Cristina Jordão. Há uns silêncios, que só elas percebem, uns sorrisos e uma lágrima no olho que é mais importante que qualquer palavra. “Essa cumplicidade, aproximação e generosidade é que é importante”. E o que era um projecto só para mulheres com cancro da mama, já tem a participação de alguns maridos. “Os homens participam “isto de uma forma silenciosa. O cancro da mama não é uma doença individual. É uma doença da família”, explica o encenador que há 26 anos acompanhou o processo de doença da mãe (ver caixa).

O projecto não acaba com a peça. Há uma ideia para um livro e uma digressão que o grupo quer que aconteça, tal como um ciclo de sessões fotográficas. No quadro final elas vão ser vestidas por sete costureiros portugueses. “Elas querem que sejam homens”, anuncia Rui Germano a quem interessa passar a mensagem destas mulheres utilizando o teatro.

Cacilda ou uma história de sucesso

Foi há 26 anos. Em Agosto. Cacilda Germano sentiu um nódulo e procurou o médico. Encaminharam-na para o IPO. “Na altura isso era sinónimo de cancro e de morte”, diz Cacilda Germano, hoje com 68 anos.
Menos de quatro meses depois estava a ser operada. Mas a intervenção não foi fácil. A família foi o porto de abrigo. Mais de duas décadas depois está bem de saúde para contar a história. A empresária do ramo avícola, residente em Rio Maior, é a mãe do encenador de “Rosa Esperança”. E foi literalmente um dos motores da ideia.

“Estão a ser muito falados casos envolvendo figuras públicas. Diz-se que o cancro da mama é uma doença, mas que é uma questão de tempo e que se ultrapassa, mas infelizmente não é assim. Há pessoas que não conseguem ultrapassar. Felizmente é uma minoria”, ressalva Rui Germano que acompanhou o processo de uma amiga que não conseguiu vencer a doença. “O cancro da mama não é uma constipação”.
Jornal, O Mirante

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Novidades de ontem...

Olá, olá. Devia ter vindo, ontem, aqui dar-vos estas notícias. Mas cheguei a casa tão tarde e tão cansada que nem me atrevi a ligar o computador...
No entanto, as novidades mereciam destaque imediato. Falei com a Gigi. Ontem era dia de análises e consulta. E foi. E foi bem! A Gigi está com uns valores bons, tudo a correr como é suposto (como é suposto para o lado do bem!) e até já tem autorização (digamos, autorizaçãozinha...) para sair um pouquinho à rua e esticar as pernas. Continua selvagem, ou seja, não pode estar em ambientes fechados, com pessoas a respirarem micróbios para cima dela, mas já é uma escapadinha, nem que seja para ir dar a volta ao quarteirão. bem agasalhada e protegida.
Estava com uma voz que mostrava o quanto está entusiasmada com a evolução da coisa! Não posta nada de novo porque tem dificuldade em escrever. Os ossos levam um grande estalo com este tratamento e convém dar-lhes descanso: afinal é lá que se produzem aqueles maravilhosos GB's novinhos e limpinhos em folha.
Excelentes notícias!
Resumindo: Toma! Incha Porco!

terça-feira, janeiro 20, 2009

Uma Amiga no SPA


Esta nossa amiga - do outro lado do oceano - foi passar uns dias ao SPA para reparar algumas mazelas. Para ela o nosso voto de uma bem sucedida cirurgia e uma ainda melhor recuperação. Aqui ou aí, o coração torce sempre para o mesmo lado - o lado em que tudo corre bem.
Falta ainda dizer que, apesar do internamento iminente, a Maísa deu um importantíssimo contributo ao nosso Projecto de teatro. Muito, muito obrigada.
Beijinhos.
Meninas, uma corrente muito forte de energia de um laranja bem vivo para a vitalidade e força anímica da Maísa!!!
Para a Maísa (gamei à Querubim... :o))

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Prémio Dardos


Recebi o prémio dardos do blogue da Aldinha: http://viveroutravez.blogspot.com/

Obrigada, minha querida!

Com o Prémio Dardos reconhecem-se os valores que cada blogger, emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc., que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras.
Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os bloggers, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web.

Este Prémio obedece a algumas regras:

1) Exibir a imagem do selo;
2) Linkar o blog pelo qual se recebeu a indicação;
3) Escolher outros blogs a quem entregar o Prémio Dardos.

Desta vez, entrego este prémio a um blog que considero prestar um verdadeiro serviço público: Sidadania - http://www.sidadania.blogspot.com/

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Notícias do dia...

A Mimas faz anos! Pronto, já toda a gente sabe (até consta que a própria também teve conhecimento do sucedido...), já recebeu muitas flores (Bah... devem estar cheias de pulgas) e tal... Desejo-lhe um dia, um ano e uma vida do melhor, com tudo a que tem direito e até mais umas coisitas de borla que ela merece e é boa cachopa.
Falei com a Zélia para saber notícias da Gigi. Lá vai comendo, de quando em quando ainda chama pelo gregório, mas não é nada significativo. Tem passado bem, dentro do género autotransplantado, e irá fazer mais análises daqui a 2 dias. Quer-se um bom magote de GB's de altíssima qualidade! Não se aceita menos do que isto...
Portanto, ainda que por razões diferentes, muitos parabéns às duas. A uma, pelas suas 52 primaveras e à outra, pelos seus 6.357 glóbulos brancos!

sexta-feira, janeiro 16, 2009

A minha homenagem

Quando uma amiga parte, eu faço-lhe uma homenagem com fotos e música. Ainda não o tinha feito à Aidinha. Percebo agora que era a minha forma de tentar que não fosse verdade. Talvez não fosse verdade...
A Dina disse-me que, se calhar, eu estava em negação. É. Acho que estava.
Aqui está a minha homenagem a uma menina. A uma morcona que me chamava moura encantada. A uma Mulher de quem tenho muitas saudades. Mas que, dentro de mim, deixo agora partir.

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quinta-feira, janeiro 15, 2009

O apelo da Isabel


Já o fizemos várias vezes aqui, mas nunca é de mais lembrar que se pode salvar uma vida com muito pouco esforço. Fica aqui o apelo da Isabel, veiculado pela Helena.

Oi pessoal,
De facto a vidinha prega-nos cada partida. Estou há um mês nos HUCs com uma leucemia. Tudo começou com uma xata duma dor de cabeça que não me largava. Já não ía há 12 anos ao médico (odeio médicos...), fiz umas simples análises ao sangue e tumba já não saí do hospital.
Já fiz um primeiro tratamento de quimo durante 10 dias, mas correu mal; não fiz remissão de qualquer especie. As minhas células imaturas, como eles gostam de lhe chamar, tornaram a aparecer. Por isso foi um bluff. Estou agora a fazer um novo tratamento, da 1ªvez, foi continuo (sempre a pingar) durante 10 dias e basicamente 2 substâncias. Agora faço mais uma substância e é feito ao meio-dia, durante cerca de 2 horas e depois às 17:00 durante 4 horas.
Tento sempre que posso acompanhar as coisas do trabalho para ajudar a passar o tempo, por vezes tenho um bocado de febre de maneira que até suporto o Jorge Gabriel e a Sónia Araujo...para não falar na Júlia Pinheiro....
Uma vez conseguida a remissão (o que parece não estar a ser fácil), vou ter que fazer transplante de medula óssea, caso contrário a probabilidade da doença voltar é grande. Como tenho 4 irmãos talvez algum seja compatível, penso que há 25% de hipotese, teoricamente. Por isso, façam meninos; filho único está tramado.
Como o Nabais disse para ser dador basta ir a um dos centros de histocompatibilidade (em Coimbra é dentro dos HUCs) e fazer uma simples análise de sangue. Ficam depois inscritos no banco mundial de dadores.
Se alguma vez forem depois chamados a fazer a doação, actualmente um dos procedimentos (segundo me explicaram os médicos), é estar cerca de 4 horas ligados a uma máquina que "filtra" do vosso sangue células estaminais. Talvez ao fim vos ofereçam o jantar...Os custos são todos suportados pelas instituições de saúde, por isso ir dar medula por exemplo a Honululu até pode ser interessante.
Agora, um pouco mais a sério, de facto existe um forte hipotese de nenhum dos meus irmãos não serem compatíveis e por isso posso precisar da vossa ajuda.
Beijinhos e obrigada
Isabel




Acrescenta-se um grande beijinho para a Isabel e para a sua luta

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Palavras...


“Ainda pior que a convicção do não, ou a incerteza do talvez, é a desilusão de um "quase". É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata, trazendo tudo o que poderia ter sido e não foi.”.

Muitas foram as palavras que me deixarem nos comentários e no telemóvel. Ajudaram-me a pensar esta situação e também desajudaram, ajudaram-me a viver a perda e também desajudaram, ajudaram-me a levantar o nariz (e ó que senhor nariz...!) e voltar a olhar a vida com confiança.
Ok, e também desajudaram...

Como em tudo, algumas palavras são gatilhos. Surgem na sopa de circunstâncias certa, aparecem quando tudo estava já feito e faltava só um ligeiro, ligeiríssimo pontapé no traseiro para a máquina começar a andar. Obrigada pelo disparo Gosma, obrigada por me recordares Imel.

A IMPORTÂNCIA... DO QUE NÃO TEM IMPORTÂNCIA...

Este trabalho era meu e só eu o podia fazer. Tenho estado para aqui só a falar de mim. E nem sequer tenho um umbigo bonito... Que estranheza pensar que o mundo está lá concentrado!

segunda-feira, janeiro 12, 2009

A Gigi

Andava tão preocupada, sem notícias da Gigi. Mas, graças a Deus, era sem motivo. Ela está bem, foi hoje ao médico e os valores estão bem!
Uff, que alívio. Quando ela estiver completamente bem, vai deixar de estar outra vez. Leva uma tal chapadona por me fazer sofrer desta maneira, que até os glóbulos brancos lhe saltam pelo nariz...

domingo, janeiro 11, 2009

Portugal no Coração e Loulou no mesmo sítio...


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Parabéns, Pequerrucha Meia-Gosma!

quinta-feira, janeiro 08, 2009

*



Aidinha, minha querida, ficarás para sempre, dentro de mim, como aquela a quem entreguei a medalha de 1º lugar das Amigas do Peito e do Coração.

Fica em paz, minha doce menina.

A vida é assim: curiosa. Fecha-se uma porta e abre-se logo uma janela: a Gigi foi hoje para casa.

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Nós na TV

Como já está publicitado noutros blogs, eu, a Alda e o Rui vamos ao programa "Portugal no coração", amanhã, dia 8, entre as 16h e as 18h. Serão, portanto, os nossos 8 minutos de fama! Hihihi
Vamos falar sobre o Projecto de teatro "Mulheres e o cancro de mama" e levar uma palavra a todas as pessoas que têm ou tiveram e, principalmente, as que irão ter esta doença. Aquele estúdio vai ser pior do que o aquário da Gigi: vocês vão lá estar todas! Tudo ao monte!
Ponham a gravar, vejam em directo e não se esqueçam de bater palmas...

terça-feira, janeiro 06, 2009

Identificado gene chave na propagação do cancro da mama

Uma equipa de investigadores norte-americanos identificou um gene que desempenha um papel chave na propagação do cancro da mama e torna também os tumores mais resistentes à quimioterapia, segundo um estudo publicado esta terça-feira.
O gene, chamado Metaderina ou MTDH, está activo em 30 a 40 por cento dos pacientes.
Situado numa pequena região do cromossoma humano, este gene parece ser crucial para a formação de metástases, ao ajudar as células cancerosas a fixar-se aos vasos sanguíneos de outros órgãos do corpo.
A identificação do mecanismo genético envolvido na formação de metástases do cancro da mama poderá abrir caminho ao desenvolvimento de novos tratamentos capazes de neutralizar a actividade do gene e reduzir a mortalidade.
«Neutralizar esse gene nos pacientes com cancro da mama permitirá atingir simultaneamente dois objectivos importantes: reduzir o risco de recorrência do tumor e ao mesmo tempo a sua disseminação noutros órgãos», afirma num comunicado Yibin Kang, professor de Biologia Molecular na Universidade de Princeton (Nova Jersey) e principal autor do estudo.
«Estas são clinicamente as duas principais razões pelas quais os pacientes atingidos por cancro da mama sucumbem à doença», acrescenta o investigador, cujo trabalho vem publicado esta terça-feira na revista Cancer Cell.
«Não só foi exposto um novo gene responsável pelas metástases do cancro, como se trata também de um desses poucos genes cujo modo de acção preciso foi esclarecido», comentou Michael Reiss, director do programa de investigação sobre cancro no Cancer Institute de Nova Jersey e um dos co-autores do estudo.
«Esta descoberta permitirá desenvolver um medicamento capaz de neutralizar o mecanismo de metástases do cancro», considerou.
Também pode propagar outros tipos de cancro
Estes investigadores descobriram também que o gene MTDH poderá também explicar a progressão e propagação de outros tipos de cancro, como o da próstata.
O estudo foi financiado pelo Departamento da Defesa, os Institutos Nacionais de Saúde e a Sociedade Americana do Cancro.
Apesar de não ser dos mais letais, o cancro da mama tem uma alta incidência e uma alta mortalidade, sobretudo na mulher, sendo que apenas um em cada 100 cancros se desenvolve no homem.
Em Portugal, com uma população feminina de 5 milhões, surgem actualmente 4.500 novos casos de cancro da mama por ano, ou seja 11 novos casos por dia, morrendo diariamente quatro mulheres com esta doença, segundo dados da Liga Portuguesa contra o Cancro
(PortugalDiário online)

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Notícias da Gigi

Há notícias boas no blog da Gigi!

sábado, janeiro 03, 2009

Toma! Incha, Porco!

Dei um pulinho ao IPO para ver a Gigi. Bom, é uma porcalhona...! Valha-me Deus! O problema era a troca de cuecas com a vizinha do lado... Acham normal?! Eu nem vou comentar isto... Promíscuas!
Bom, o que interessa é que a menina está bem, muito bem disposta, com muito menos dores e muito mais GB's. Já ingere líquidos, aos pouquinhos vai começar a trincar qualquer coisa. Está tudo a correr muito bem!!! Está a valer o sacrifício. Fiquei tão contente!
Ao porco só temos uma coisa a dizer: Incha!
Entretanto, roubei este video à minha afilhada Ana C. Vale bem os 7 minutos que tem... Espectáculo!