É só mais um bocadinho!

domingo, abril 22, 2007

À nossa !!!

sábado, abril 14, 2007

Luta Contra o Cancro da Mama

sexta-feira, abril 13, 2007

Manipulação molecular melhora milhares de vezes resposta dos tumores à quimioterapia

Edição online Público - 13.04.2007 - 09h07 Andréia Azevedo Soares

A ciência deu mais um passo para um dia tornar possível o sonho de alcançar uma quimioterapia sem efeitos secundários e, o mais importante, mais eficaz em todos os pacientes. Um grupo de investigadores da Universidade do Texas (EUA) conseguiu mostrar como é possível tornar as células tumorais mais vulneráveis face às drogas já existentes, adiantou ontem o jornal The Independent.

O mérito desta descoberta está precisamente em conseguir não só descobrir os calcanhares de Aquiles dos tumores, mas também em deixá-los mais expostos às armas farmacêuticas de que dispomos. Os cientistas norte-americanos mostraram em tubos de ensaio, segundo o diário britânico, como uma técnica já conhecida - a interferência de RNA - pode ser eficaz no silenciamento de genes associados à resposta dos pacientes aos tratamentos.

Os resultados de algumas das experiências realizadas com as linhas celulares de cancro de pulmão, exemplifica o Independent, tornam-nas dez mil vezes (sim, dez mil vezes) mais susceptíveis ao fármaco paclitaxel. Este medicamento, mais conhecido pelo nome comercial Taxol, também costuma ser ministrado no tratamento do cancro de mama e ovários. A possível redução da dosagem das drogas utilizadas leva os investigadores a acreditar que, no futuro - os benefícios desta descoberta levarão pelo menos uma década para chegar ao mercado farmacêutico -, os efeitos secundários das quimioterapias poderão ser drasticamente reduzidos.

"Neste momento não há nada que possa ser imediatamente útil aos indivíduos com estes cancros. Ainda estamos no início, mas este tipo de abordagem revela avanços rápidos e resultados eficazes", afirmou ao Independent Michael White, professor de Biologia Celular na Universidade do Texas. O cientista é co-autor deste estudo coordenado por Angelique Whitehurst, investigador na mesma instituição.

A quimioterapia costuma ser um tratamento muito doloroso para os pacientes. Após as sessões, enjoo, cansaço e vómitos são sintomas recorrentes. O método recorre a um conjunto de drogas para destruir as células cancerígenas, substâncias cuja toxicidade também pode acabar por fragilizar a resposta imunitária dos pacientes, abrindo caminho para infecções. Apesar de ser uma arma útil no combate à doença, o tratamento não surte efeito em parte dos pacientes ou então provoca noutra efeitos muito adversos.

O método interferência de RNA foi tornado público, em 1998, no famoso artigo de Andrew Fire, Craig Mello e outros investigadores publicado na revista científica Nature. "Foi por este trabalho, aliás, que ambos foram galardoados no ano passado com o Nobel da Medicina", afirmou ao PÚBLICO Cecília Arraiano, investigadora do Instituto de Tecnologia Química e Biológica, em Oeiras, e especialista em RNA. A cientista explica que a técnica consiste em desenhar um RNA complementar capaz de ligar-se ao RNA que se pretende silenciar. "Estes pequenos RNA de interferência agarram o alvo e atraem proteínas que funcionam como tesouras moleculares: partem a estrutura do RNA que se quer silenciar e calam-no para sempre", explicou Cecília Arraino.

quinta-feira, abril 12, 2007

Identificados genes que provocam cancro da mama

Fonte: PortugalDiário on-line

Investigadores norte-americanos conseguiram isolar um grupo de quatro genes que, em conjunto, provocam o crescimento das células do cancro da mama e permitem que estas se expandam até aos pulmões, segundo um estudo publicado na revista Nature, noticia a Lusa.

As investigações, efectuadas em roedores, sugerem que a combinação de medicamentos pode inibir a acção destes genes na formação de tumores e na difusão das metáteses, incluindo a formação de outros tipos de cancros, como o do cólon ou do fígado, afirma Joan Massagué (Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, Nova Iorque), biologista e co-autor, com Gaorav Gupta, do estudo.

Entre estes genes já conhecidos dos investigadores, uns surgem mais especializados na formação das metáteses, outros na alimentação do tumor através da formação de um vaso sanguíneo adaptado (angiogénese). O estudo demonstra claramente de que forma os genes dividem o trabalho para acelerar o processo de desenvolvimento do cancro.

Os investigadores testaram três moléculas inibidoras específicas destes genes (cetuximab, célécoxib e GM 6001). Tomadas separadamente as moléculas não tem qualquer efeito. Em contrapartida, a sua associação permitiu reduzir o crescimento do tumor na ordem de 50 por cento nos ratos.

Os primeiros testes clínicos devem começar proximamente e fornecer os primeiros resultados preliminares dentro de poucos anos.

sexta-feira, abril 06, 2007

Pesquisa Vivências Cancro da Mama

A Sónia está a levar a cabo um trabalho sobre o cancro da mama e o tempo que o antecede, em busca de um eventual padrão.

A ideia parece-me excelente e peço a vossa colaboração para este estudo.


Vejam o link: http://bcancersurvey.blogs.sapo.pt/

quarta-feira, abril 04, 2007

Boa Páscoa!


Muitos beijinhos!